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Existem diferentes metodologias de reprodução humana, e as mais comentadas são a inseminação artificial e a fertilização in vitro

Uma das áreas da medicina que tem apresentado avanços e interesse crescente é a da reprodução humana, sub-especialidade médica responsável pelo tratamento de casais que apresentam alguma dificuldade de engravidar naturalmente. Hoje, com as tecnologias laboratoriais, a reprodução assistida tem alcançado taxas de sucesso expressivo.
Existem técnicas de baixa complexidade, como a indução da ovulação e inseminação intra-uterina, e as de alta complexidade como a fertilização in vitro e a injeção intra-citoplasmática de espermatozóides (ICSI). “O método a ser aplicado é escolhido conforme a avaliação médica em cada caso”. Existem diferentes metodologias de reprodução humana, as mais comentadas são a inseminação artificial e a fertilização in vitro, que são técnicas distintas. Segundo a ginecologista, na inseminação intra-uterina é realizada uma estimulação da ovulação na mulher e o sêmen é colocado diretamente dentro do útero, para que os espermatozóides subam pelas tubas uterinas para encontrar o óvulo. O chamado “bebê de proveta” é a fertilização in vitro, na qual o embrião é colocado pronto diretamente dentro do útero da mulher.

Diversos métodos e um objetivo

As técnicas de reprodução assistida podem ser simples ou com algum grau de complexidade, mas todas, em algum estágio, terão a presença e a interferência do médico especialista em reprodução para ajudar o casal.
No método de inseminação artificial,é realizada uma estimulação da ovulação. No dia em que os folículos estão em um tamanho compatível com a presença de óvulos maduros no seu interior é administrada uma medicação para ocasionar a rotura dos folículos e eliminação dos óvulos do seu interior. “Após 34 horas, coleta-se o sêmen do parceiro que receberá uma preparação em laboratório por centrifugação e adição de nutrientes aos espermatozóides para de melhorar sua motilidade e concentração. Em seguida ele será colocado, por meio de um cateter, diretamente dentro do útero da mulher”.
Na fertilização in vitro, há o estímulo dos ovários com uma quantidade maior de hormônios com o objetivo de formar o maior número possível de óvulos. “No momento que os folículos atingem um tamanho médio de 18 a 20 mm, faz-se a coleta desses óvulos por aspiração endovaginal guiada por ultrassom. Estes óvulos são levados ao laboratório, onde são fertilizados com os espermatozóides do parceiro. Depois de dois a cinco dias (dependendo do estágio de evolução que se queira), os embriões – em um número máximo de dois, pelas leis brasileiras – são colocados diretamente dentro do útero da mulher para se implantarem”.
De acordo com a explicação da especialista a transferência de, no máximo, dois embriões, foi regulamentada para que se evite principalmente a ocorrência de gestações múltiplas. “A chance de sucesso de um tratamento é maior com a fertilização in vitro e injeção intra-citoplasmática de espermatozóides (ICSI), com chances em mulheres com menos de 40 anos de cerca de 40 % em centros de referência”.
Com o avanço nas técnicas de reprodução assistida, já é possível um casal optar pelo sexo do bebê, porém esta seleção só é recomendada “em casos de antecedentes de malformações ou doenças ligadas ao sexo em gestações anteriores”.

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